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Venda de móveis para escritório

Um ambiente de bem estar é tão importante no escritório quanto a sua imagem, pois uma influencia diretamente a outra. Os móveis para escritório devem combinar com o perfil de uma empresa profissional que inspira confiança tanto no cliente como no funcionário. Na Álamo Móveis os móveis reúne design, conforto e econômia ao pequeno empresário que esta começando a montar seu escritório, como também ao empresário tradicional em crescente expansão.

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Móveis Para Escritório

Os móveis de escritório são ferramentas básicas do ambiente de trabalho. A imagem das empresas tradicionais estão eternamente se renovando para manter o ambiente moderno, alegre, vivo e confortável. A primeira impressão do cliente é aquela que vai fazer ou não a venda. Os móveis escolhidos fazem o alicerce da imagem da sua empresa e são componentes indispensáveis no bem estar e eficiência do escritório. Quando estrategicamente colocados num escritório com tema apropriado, os móveis de escritório podem relaxar a mente e corpo de tal forma que a concentração profunda e a produtividade aumenta.

Confira abaixo nossa linha de móveis para escritório abaixo:



Os móveis para escritório da Álamo Móveis são de altíssima qualidade e ótimos preços. Não perca tempo, ligue agora para nossa Central de Televendas e faça seu pedido, (11) 6604-2848.

HISTORIA E EVOLUÇÃO DO ESCRITÓRIO

A contínua e constante evolução dos espaços de trabalho, como tipo de arquitetura e ergonomia através dos tempos é sempre uma resposta ao próprio avanço da sociedade, com todos os desejos, necessidades e soluções as expectativas que ela traz.

No início, o ESCRITORIO era um espaço solitário onde os grandes intelectuais da idade média desenvolviam os seus estudos ou escribas , anotavam as ordens dos senhores e reis a serem seguidas pelos plebeus. No misto entre biblioteca, laboratório e oficina, o local de trabalho propriamente dito limitava-se a uma prancheta de madeira apoiada sobre cavaletes. Como assento, banquetas de pernas altas. Com o Renascimento, foram instituídos os primeiros grandes locais de trabalho, nas indústrias artesanais. A medida que as empresas foram crescendo e se desenvolvendo, notaram a necessidade de profissionais que cuidassem da contabilidade e dos arquivos. Foram destinados espaços reservados, assim surgiram os espaços de trabalho individuais, com móveis do tipo escrivaninhas.

Escritório equipado e estruturado como conhecemos atualmente apareceu no final do século XIX, nos Estados Unidos. O estilo dos MÓVEIS PARA ESCRITORIO e o espaço destinado a cada trabalhador da empresa servia para definir a hierarquia. Apareceu uma clara definição e separação entre as tarefas intelectuais e manuais. Cronômetro e relógio de ponto controlavam as atividades.


Móveis de escritório na década de 30

O controle começou a incomodar os trabalhadores, porem, no século XX, lá pelos anos 30, subterfúgios como boicotar a produção foram usados na tentativa possivelmente até inconsciente de mudar a maneira como eram as relações humanas, com grande dose de frieza. Trabalhadores eram vistos como uma peça a mais na empresa. Percebeu-se que a satisfação do trabalhador era primordial para a produtividade. O ser humano passou a ser um pouco mais valorizado e a competição estimulada. Foi aí o início do novo modelo organizacional. O bem-estar no local de trabalho passou a ser entendido pelos dirigentes empresariais como a forma de minimizar o agito sindical e os conflitos entre trabalhadores que atuavam próximos. Os locais e mais especificamente os espaços de trabalho, foram obrigados a acompanhar essa transformação, observando inclusive os avanços tecnológicos, pois disso dependia, essencialmente, a continuidade da própria empresa. Os relacionamentos interpessoais, trabalhador/trabalhador, passaram a ser estudados mais a fundo, pois eram parte integrante e fundamental de todo o processo. A grande constatação que surgiu desses estudos, é que os funcionários precisam ter uma boa comunicação entre si. Não se interagindo, o desenvolvimento do trabalho fica seriamente comprometido, alem disso com certeza, o estabelecimento de laços afetivos no escritório contribui para que os trabalhos sejam bem executados. Naquela época, todos esses fatores eram percebidos somente intuitivamente.


Móveis de escritório na década de 50

A alemã Quickborner Team criou o layout de escritórios panorâmicos, seguida pouco tempo depois pelo Action Office, pela Herman Miller, nos Estados Unidos. A partir dessa proposta os MÓVEIS PARA ESCRITÓRIO eram organizados no espaço considerando as atividades a serem realizadas naquele espaço. Sempre privilegiando a disposição que permitisse dinamizar a movimentação e proporcionar a integração e colaboração entre os funcionários. As divisórias sempre que possível eram baixas para facilitar ao máximo a integração. Os limitadores hierárquicos tinham ficado para traz, surgindo espaços abertos, onde os elementos não permaneciam isolados. Células definidas por prateleiras, armários, arquivos etc.


Móveis de escritório no século XXI

Quem trabalha em escritório passa de 30% a 50% do tempo de sua vida adulta dentro desses locais, tendo contato e convivendo mais com os colegas de trabalho do que com a própria família, porem a qualidade ambiental e ergonômica dificilmente são as ideais.

O maior desafio é a homogeneidade do espaço e a individualidade humana. Como fazer para conseguir um escritório que atenda da melhor forma possível os desejos e necessidades de cada individuo, contribuindo para que tenha uma boa qualidade de vida.

O design de MÓVEIS PARA ESCRITÓRIO tem conseguido dar algumas soluções interessantes. Normalmente todas as corporações preocupadas com as evoluções do mundo moderno globalizado e às exigências de mercado percebem que a personalização está deixando de ser um diferencial para ser obrigatório, seja pela competição do mercado como também pelo próprio beneficio do resultado em produtividade.

O futuro

Neste início de século as empresas estão se preocupando em oferecer as quatro condições do que se chama de boa qualidade em ambiente corporativo, como: conforto bem estar, saúde e segurança, com isso ela sabe que colherá melhores resultados, afirma o professor de conforto ambiental da Universidade Estácio de Sá, do Rio de Janeiro Fábio Bitencourt.

Já o professor Paulo Bruna da FAU / USP – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo indica a sustentabilidade como um tema fundamental para a arquitetura corporativa. ¨Estamos falando também de reuso da água e de reciclagem dos resíduos produzidos¨, destaca. Äté por uma questão de custo.

O professor e pesquisador Roberto Segre, do PROURB / UFRJ – Programa de Pós-graduação em Urbanismo da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro, faz várias criticas à arquitetura corporativa como ela é concebida atualmente. Ele é contra esse modelo. É uma arquitetura muito cara, com fortes símbolos que muitas vezes entram em contradição com a cidade, porque a cidade tem uma estrutura homogênea, e os prédios são como monumentos isolados e autônomos, que muitas vezes nada tem a ver com o entorno. Acaba se tornando uma imagem agressiva. Na sua opinião a primeira preocupação de quem vai projetar um prédio corporativo deve ser com o seu valor cultural e as condições de clima e meio ambiente do local onde ele será construído. Ele afirma que estamos vendo florescer no mundo atualmente um movimento de fazer torres ecológicas, que tenham relação com o verde.

O arquiteto inglês Norman Foster é famoso por sua preocupação com o meio ambiente, também o francês Jean Nouvel, responsável pelo projeto do Museu Guggenheim no Rio de Janeiro.

As obras desses ícones têm sistemas que poupam energia e aproveitam calor, por exemplo, - É preciso ter essa consciência. Os edifícios devem ser sustentáveis. A questão da eletricidade é crucial. Imagine o gasto de energia de um prédio com 60 andares, com seus elevadores, a iluminação acesa a noite toda, observa Segre.

Quanto ao valor cultural, para o professor, trata-se de pensar prédios com personalidade, é preciso superar o padrão da torre de vidro anônima. Eles devem ter algum significado para a comunidade local, sugere. De acordo com esse conceito, o edifício do futuro precisa unir área verde e um espaço social. O prédio do Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, é assim, possui um centro cultural, o que muda completamente a idéia de prédio de escritórios, afirma o professor da UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro. É disso que as cidades precisam, de espaços que se somem a ela, que contribuam para que elas sejam lugares verdadeiramente agradáveis para viver.

Uma tendência nesse sentido, é a das torres polifuncionais. Quando um prédio tem apenas salas de escritório, fica vazio uma boa parte do tempo, como nos sábados e domingos. Mas s e possuir outros atrativos, o aproveitamento é melhor. Trate-se do resgate de uma idéia da segunda metade do século passado. O Conjunto Nacional, na capital paulista, tinha esse conceito, que até hoje permanece: é residencial, tem salas de escritório e, no térreo, livraria, lojas, restaurantes. Um espaço de convivência mais amplo.

Algumas empresas estão bastante à frente quando se fala em espaços de trabalho mais confortáveis e que estimulem a produtividade, e elas se cercam de arquitetos competentes para atingirem esse objetivo. As soluções de MÓVEIS PARA ESCRITORIO como mesas, cadeiras, sofás, poltronas, armários, estantes, arquivos, gaveteiros fixos, gaveteiros de pedestal, gaveteiros volante, divisórias, racks, equipamentos de informática, suporte para teclado, suporte para CPU, suporte para monitor, e também home Office, estão muito avançados, e atendendo a normas gerais e de ergonomia e conforto que foram sendo criadas ao longo do tempo e especificamente a NR-17, entretanto o desafio é permanente e constante.

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